quinta-feira, 29 de junho de 2017

Semana jornalistica.

A intolerância nossa de cada dia e o exemplo de um aluno especial

Escola pede que crianças se fantasiem de "faveladas"; ladrão foi detido por populares, mas houve quem quisesse linchá-lo; Augusto Delfino supera limitações e vai se formar na Unisul
Estudante da Unisul venceu dificuldades para concluir curso superior - Divulgação Unisul
Estudante da Unisul venceu dificuldades para concluir curso superior - Divulgação Unisul

O tradicional colégio Fayal, de Itajaí, está no centro de uma polêmica nacional, que já mobilizou artistas, intelectuais e defensores dos direitos humanos. Um bilhete de um professor, encaminhado aos pais dos alunos do quarto ano do ensino fundamental, solicitando que as crianças fossem à aula fantasiadas de "faveladas". A atividade faria parte de uma interpretação de texto sobre a música "Alagados", dos Paralamas do Sucesso. A solicitação realmente foi escandalosa, pela forma discriminatória, preconceituosa, com que o mal preparado professor agiu. O colégio divultou um longo comunicado nas redes sociais, pedindo desculpas pelo ocorrido e anunciou providências internas.
Na tarde desta quinta-feira (29) presenciei uma cena movimentada no centro de Florianópolis. Um carro perseguia um homem pela Rua Nunes Machado e, atrás, seguiam várias pessoas aos gritos de "pega ladrão, pega ladrão!". O rapaz foi alcançado logo após a Kibelândia, na Rua Victor Meirelles. Imediatamente, das janelas dos escritórios, nos edifícios próximos, ecoaram os gritos de "lincha!", "quebra!", "surra!" etc. Exatament aquilo que se lê nas caixas de comentários dos portais de notícias e redes sociais. Gente sedenta de sangue, revelando seu primarismo humano e social. Ninguém agrediu o rapaz, que chorava e pedia desculpas por ter furtado o celular do condutor do automóvel. Sentado na calçada, ele admitia seu erro. Um sujeito vestido de terno e gravata, com traços germânicos, passou e ainda tentou instigar o grupo que rodeava o rapaz, eu incluído. Mas não obteve sucesso.
No dia anterior, na Unisul, um rapaz chamado Augusto Delfino, portador de paralisia cerebral, defendeu seu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), sendo aprovado pela banca examinadora. Ele será o primeiro estudante brasileiro com paralisia cerebral a colar grau no curso de Educação Física. Augusto emocionou a todos que prestigiaram sua performance. O aluno venceu todas as limitações imagináveis para, com persistência e apoio da família e dos professores, concluir um curso de graduação. Augusto é um exemplo de como alguém, nestes tempos sombrios, pode vencer o preconceito para se tornar um vitorioso. 
Como diz aquele bordão, das pessoas sensatas que frequentam a internet, "mais amor, por favor".

quarta-feira, 21 de junho de 2017

O CÉREBRO DOS CEGOS SE RECONECTA PARA USAR OUTROS SENTIDOS

Esta capacidade é conhecida como 'neuroplasticidade', na qual o cérebro se adapta naturalmente às experiências que cada ser humano necessita. O cérebro se reativa de uma forma a poder utilizar a informação disponível para interagir com o meio ambiente de uma maneira mais eficaz.

Os cérebros das pessoas que nascem cegas, fazem novas conexões na ausência de informação visual,, levando a melhora de habilidades para compensar a deficiência visual, como um maior sentido da audição, olfato e tato, inclusive funções cognitivas (como a memória e a linguagem, segundo um novo estudo dirigido por investigadores do 'Massachusetts Eye and Ear', nos Estados Unidos.
O informe, publicado na edição digital em 'Plos One', descreve pela primeira vez as mudanças estruturais, funcionais e anatômicas combinadas no cérebro, principalmente naqueles nascidos com cegueira que não estão presentes nas pessoas com visão normal.
"Nossos resultados demonstram que as mudanças cerebrais neuroplásticas estruturais e funcionais que ocorrem como resultado da cegueira ocular desde cedo, podem estar mais distantes do inicialmente pensado", afirma a autora principal do trabalho, Corinna M. Bauer, do 'Schepens Eye Research Institute of Mass. Eye and Ear' e professora de Oftalmología na Escola de Medicina de Harvard, Estados Unidos. "Observamos alterações significativas não só no córtex occipital, (onde se processa a visão), como também em áreas implicadas na memória, no processamento da linguagem e nas funções sensoriais motoras", detalha.
Os investigadores utilizaram técnicas de ressonância magnética com imagens multimodais do cérebro para revelar estas mudanças em um grupo de 12 sujeitos com cegueira desde cedo, (congênitos ou que hajam adquirido cegueira profunda antes dos 3 anos) e compararam as explorações com um grupo de 16 indivíduos com visão normal (todos os sujeitos tinham a mesma faixa de idade). No escaner daqueles com cegueira desde cedo, a equipe observou alterações estruturais e funcionais de conectividade, incluindo evidência de conexões melhoradas, enviando informação de um lado a outro entre as áreas do cérebro que não foram observadas no grupo com visão normal.
Estas conexões que parecem ser únicas naqueles com cegueira profunda, sugerem que o cérebro "se reconecta" na ausência de informação visual para impulsionar outros sentidos, algo que é possível por meio do processo de neuroplasticidade, ou a capacidade de nossos cérebros para se adaptar naturalmente às nossas experiências. Os investigadores esperam que poder entender melhor estas conexões leve a esforços de reabilitação mais eficazes que permitirão aos indivíduos cegos compensar melhor a ausência de informação visual.
"Inclusive, no caso de alguém ser profundamente cego, o cérebro se reativa de uma forma na qual possa utilizar a informação disponível para interagir com o meio ambiente de uma maneira mais eficaz", destaca Lotfi Merabet, diretor do Laboratório de Neuroplasticidade Visual no 'Schepens Eye Research Institute do Massachusetts Eye and Ear' e professor associado de oftalmología na Escola de Medicina de Harvard.
"Si o cérebro pode se reconectar mesmo assim, talvez por meio da formação e do aumento do uso de outras modalidades como a audição e o tato e as funções da linguagem, como a leitura braille, há um tremendo potencial do cérebro para se adaptar", conclui.
Fonte em espanhol:
http://www.excelsior.com.mx/global/2017/03/23/1153737#view-1
Fonte: http://www.tecnoblind.org.br/noticias/o-cerebro-dos-cegos-se-reconecta-para-usar-outros-sentidos

http://www.todosnos.unicamp.br:8080/lab/o-cerebro-dos-cegos-se-reconecta-para-usar-outros-sentidos

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Outro Olhar – Convivendo com a Diferença




SINOPSES DOS EPISÓDIOS

'Outro Olhar – Convivendo com a Diferença' é um documentário que conta a história de um indivíduo para buscar o universal. O individuo, no caso, é Charbel Gabriel, um senhor de 60 anos que ainda trabalha, exercita-se, cuida-se, estuda, interage diariamente com a família e a comunidade e tem síndrome de Down. Não seria pouco para quem tem tudo a seu favor, para Charbel, acaba sendo uma prova de que a síndrome de Down nem o afasta nem o limita no convívio com a sua comunidade, sua família e seus amigos. E, principalmente, não diminui seu impacto e sua influência sobre aqueles que convivem com ele.

A história da estudante gaúcha Renata Basso, que tem síndrome de Down e acaba de concluir o ensino médio, é o fio condutor de um retrato impressionante sobre a educação inclusiva no Brasil. Por meio de entrevistas com professores, colegas de classe, familiares e a própria Renata, o filme mostra que o esforço coletivo torna possível oferecer uma aprendizagem de qualidade a estudantes especiais.

PRODUÇÃO
MARIA FARINHA FILMES

DIRIGIDO POR
RENATA SETTE


http://www.videocamp.com/pt/movies/outro-olhar-charbel

quinta-feira, 8 de junho de 2017

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Fixação de Luka (animação)





Sinopse:
Patos de borracha alinhados perfeitamente em uma fileira. Mil selos presos a uma parede do quarto. Uma pirâmide de dedais bateu no chão. Estas são apenas algumas das rotinas obsessivas de Luka, uma rotina diária desempenhada sob o olhar ansioso de sua irmã, Lucy. Ela acha que Luka precisa de conserto pois cada vez que ela perturba sua rotina, Luka desmorona. Literalmente.
Uma noite – maltratada por suas molas e rejeições – Lucy finalmente perde a paciência e foge. Tropeçando na floresta, ela descobre um soldado de relógio em uma barraca. Quando consegue consertar sua cabeça, Lucy acha que encontrou a solução para seus problemas em casa.

Livros com personagens AUTISTAS


COM AMOR, ANTONHY
Lisa Genova

Apesar de não ser sobre autismo traz uma vivência com autismo com duas mulheres em contextos diferentes.

A obra relata uma história de um autista não-verbal chamado Anthony, e foi inspirado no filho de sua prima, com o mesmo nome. Ficamos impressionadas com a qualidade da escrita de Lisa! Uma leitura completamente envolvente e atrativa. O livro aborda o transtorno da visão do autista e é quase impossível acreditar que a personagem é fictícia. Não é uma obra sobre autismo mas a forma como a síndrome foi tratada é perfeita. A autora mostra as dificuldades e aprendizados do dia a dia com uma pessoa que está no espectro. Em vários capítulos as lágrimas caíram mostrando a emoção contida em cada página.
Além de conscientizar as pessoas sobre a síndrome, Lisa queria algo muito maior com o livro:
“Eu queria lançar uma luz sobre o que é igual entre todos nós, se você tem autismo ou não. Como os seres humanos interagem uns com os outros? Somos todos capazes disso? O que acontece quando não conseguimos ou não queremos nos conectar com as outras pessoas? Qual a sua eficácia para comunicar como se sente ou o que você quer? O que acontece quando encontramos maneira de realmente entender e aceitar uns aos outros? Seu amor pelas pessoas é incondicional?”



Às vezes a família tem dois filhos, mas se um precisa de mais atenção que o outro, um deles vai acabar se sentindo diferente, sozinho. E Sinto-me só é o relato de Karl Taro sobre como foi crescer com seu irmão autista, o sentimentos contraditórios, os pensamentos que tinha e tudo o que uma família pode ter.
Sinto-me só é um tocante livro de memórias. Em suas páginas, a história de um menino, hoje o reconhecido jornalista Karl Taro Greenfeld, ao lado de seu irmão autista é delicadamente exposta pela primeira vez. Greenfeld fala, com honestidade, sobre como foi crescer à sombra de seu irmão autista, revelando a complexa mistura de raiva, confusão e amor que definiu sua infância. A relação entre os dois é uma verdadeira lição sobre o que significa ser uma família, um irmão, uma pessoa. A franqueza de Sinto-me só é arrebatadora e não deixará ninguém indiferente. Um exemplo de humanidade.




Naoki Higashida sofre de autismo severo. Preso em seu mundo individual, muitas vezes ele exibe comportamentos vistos como estranhos, peculiares, “inadequados”. Seja repetindo palavras e frases aparentemente sem sentido ou evitando contato visual com as pessoas, Naoki tem uma enorme dificuldade de se comunicar e de socializar.
Porém, graças à determinação da mãe e de sua professora, ele aprendeu a se expressar apontando as letras em uma espécie de teclado de papelão – e o que tem a dizer traz uma nova luz para a compreensão da mente autista.
Com apenas treze anos, Naoki escreveu “O que me faz pular”, um relato íntimo e perspicaz que explica o comportamento muitas vezes desconcertante de pessoas com autismo. Além de compartilhar suas percepções de tempo, vida, beleza e natureza, o autor apresenta também pequenos contos que provam, sem deixar dúvida, que não lhe faltam imaginação, senso de humor e empatia.


Em Passarinha conhecemos Caitlin, uma menina menina de 10 anos que perdeu o irmão num massacre. Ela tenta Lidar Com Isso da forma dela, como se sente melhor, e tenta ajudar outras pessoas mas nem todo mundo perceber sua real intenção. Caitlin é muito inteligente e perspicaz, ela consegue ver coisas no mundo que eu nunca havia parado para reparar, como por exemplo: por que coração não é escrito com o c maiúsculo, já que é algo tão importante?
No mundo de Caitlin tudo é preto ou branco. As coisas são boas ou más. Qualquer coisa no meio do caminho é confuso. Essa é a máxima que o irmão mais velho de Caitlin sempre repetiu. Mas agora Devon está morto e o pai não está ajudando em nada. Caitlin quer acabar com isso, mas como uma menina de onze anos de idade, com síndrome de Asperger ela não sabe como. Quando ela lê a definição de encerramento ela percebe que é o que ela precisa. Em sua busca por ele, Caitlin descobre que nem tudo é preto ou branco, o mundo está cheio de cores, confuso e bonito.


Nascido Em Um Dia Azul é um livro que está esgotado há muito tempo! Não o consigo achar em sebos e muito menos online. Esse é um daqueles livros que todo mundo precisar ler, que conta a história real de uma pessoa de verdade. Daniel Tammet, por ter tido uma infância isolada, acabou se envolvendo com os números de uma forma que vai além dos livros, tornando-se um gênio da matemática. Além das conquistas, poderemos encontrar nesse relato as dificuldades e desafios que ele encontrou por ser autista.
Esse livro de memórias, que revela a maneira de pensar de um autista fenomenal, conquistou o 2º lugar na lista de mais vendidos do The New York Times. Daniel Tammet é considerado por cientistas uma das chaves para compreender o funcionamento da mente. Gênio da matemática, campeão de xadrez e recordista na aprendizagem de idiomas, esse inglês de 27 anos é capaz de aprender línguas estrangeiras em uma semana, ou de memorizar e recitar 22.514 casas decimais do número pi diante de uma platéia de acadêmicos, em Oxford.


Ainda não li O Estranho Caso do Cachorro Morto, mas é um livro que me atrai muito por dois motivos: o primeiro por ser um livro criado, de certa forma, por um personagem autista, Christopher John Francis Boone, pela visão dele dos fatos e acontecimentos; e segundo porque o autor já trabalhou com crianças autistas e sabe muito bem sobre o que está falando e como está falando.
Christopher John Francis Boone sabe de cor todos os países do mundo e suas capitais, assim como os números primos até 7.507. Gosta de animais mas não entende nada de relações humanas. Adora listas, padrões e verdades absolutas. Odeia amarelo e marrom e, acima de tudo, odeia ser tocado por alguém. Christopher Boone tem 15 anos e sofre de síndrome de Asperger, uma forma de autismo. Um dia, christopher encontra Wellington, o cachorro da vizinha morto no jardim. É acusado de assassinato e preso. Depois de uma noite na cadeia, decide descobrir quem matou o animal, e, inspirado no seu personagem fictício favorito, o impecavelmente lógico Sherlock Holmes, escreve um livro, relatando suas investigações. O resultado é “O Estranho Caso do Cachorro Morto” é o livro de estréia do inglês Mark Haddon.


Memórias de Um Amigo Imaginário nos mostra o universo dos amigos imaginários pela visão do Budo, amigo imaginário de Max. Em nenhum momento é afirmado que Max é autista, mas seus trejeitos e a forma de relacionar-se com as pessoas mostram traços bem vivos disso. Os pais de Max não sabem exatamente o que ele tem, por isso vivem num impasse e, infelizmente, acabam discutindo.
Enquanto Max acreditar em mim, eu existo. Posso precisar da imaginação do Max para existir, mas tenho os meus pensamentos, as minhas ideias e a minha vida, tudo isso separado dele. Max não gosta de gente da mesma forma que as outras crianças gostam. Ele gosta das pessoas, mas bem de longe. Quanto mais afastado alguém ficar de Max, mais ele vai gostar dessa pessoa.



Se eu queria ter um filho autista? Não.
Ainda assim, amo meu filho? Mais do que qualquer palavra pode traduzir. O jornalista Luiz Fernando Vianna e seu filho, Henrique, são unha e carne — às vezes unha do filho na carne do pai. Henrique é autista. Pouco fala, mas algumas palavras repete à exaustão. Tem momentos de agressividade contra si mesmo e contra terceiros. Sabe ser irônico. Gosta de desenhos animados e de mergulhar no mar. Como todo adolescente, tem suas curiosidades e seus impulsos, só que sem grande cerimônia. Luiz Fernando decifra os sons que ele emite, seus desejos imediatos e muitos de seus silêncios, no entanto não tem como alcançar o que o filho sente lá no fundo do fundo. Com toda a franqueza e um pouco de música, o autor conta a sua experiência, cheia de altos e baixos, momentos de ternura e também de desespero ao lado do seu menino vadio. Há quem diga que ter um filho com deficiência é uma benção. Luiz Fernando Vianna discorda. Se fosse mesmo um presente, antes de receber ele diria: “Ah, não precisava”, numa referência a Jean- Louis Fournier, autor de Aonde a gente vai, papai?.
• O jornalista Luiz Fernando Vianna faz um panorama amplo sobre o que se conhece mundialmente sobre o autismo.
• Depoimento impactante de um pai que lida com as dificuldades de seu filho adolescente com necessidades especiais.



Em Vida animada, Ron Suskind conta como seu filho Owen, diagnosticado com autismo aos três anos, voltou a se conectar com o mundo através de animações da Disney.
Apresentação

Esta é a história de Owen, um menino que pouco antes de completar três anos fecha-se em seu próprio mundo. Transtornados com a mudança repentina e radical, os pais tentam se reconectar com o filho autista. Três anos depois, numa brincadeira com um fantoche do Iago de Aladdin, Ron, imitando a voz do personagem, pergunta: "Então, Owen, como vão as coisas?". A resposta é estarrecedora: "Não estou feliz. Não tenho amigos. Não entendo o que as pessoas dizem". A partir daí, abre-se um canal de comunicação totalmente inusitado: através das animações da Disney, a que Owen assiste compulsivamente, a família vai conseguir se aproximar de seus sentimentos. Neste livro, Ron Suskind nos oferece um olhar radicalmente novo sobre o autismo. Em vez das limitações e incapacidades de Owen, suas conquistas são as linhas mestras dessa emocionante narrativa.


Jacob Barnett tem QI mais alto que o de Einstein, uma prodigiosa memória fotográfica e aprendeu cálculo matemático sozinho em duas semanas. Com nove anos começou a desenvolver uma teoria original em astrofísica - que, para os acadêmicos da área, um dia pode levá-lo ao prêmio Nobel -, e aos doze tornou-se pesquisador remunerado em física quântica na universidade. Mas a história de Jake é ainda mais extraordinária: ele é autista.
Quando foi diagnosticado, aos dois anos, a previsão mais otimista era a de que conseguiria amarrar seus próprios sapatos aos dezesseis. Especialistas concentravam esforços em desenvolver no menino habilidades práticas, mas sua mãe, Kristine, notava que ele se isolava cada vez mais. Sua experiência lhe dizia que era preciso encontrar o "brilho" de Jake, sua chama de interesse e paixão. Contra a opinião do marido e dos profissionais, ela decidiu seguir seus instintos: tirou o filho da educação especial e começou a prepará-lo sozinha para a escola convencional.
Narrada pela própria Kristine de forma cativante e dramática, essa é uma belíssima história de superação que pode inspirar leitores de todos os tipos.


O Natal está chegando! E com ele o momento de escrever a cartinha para o Papai Noel. O que será que as crianças vão pedir de presente? Donatella tinha uma lista organizada com vários itens e Stefano queria os brinquedos mais modernos. Romeo, por sua vez, queria algo muito simples, o que surpreendeu toda a família. Nesta emocionante história, você irá conhecer um garoto muito especial que, com a sua pureza e simplicidade, mostrou a toda sua família o verdadeiro significado do espírito natalino. Esta história nasceu do texto que emocionou o Brasil: Lições que aprendi com meu filho autista, de Marcos Mion.



Fontes:
http://www.estouautista.com.br/index.php/2017/03/10/livro-com-amor-anthony/
http://pronomeinterrogativo.com.br/top-5-livros-com-personagens-autistas/
http://www.saraiva.com.br/o-que-me-faz-pular-7285965.html
http://www.saraiva.com.br/meu-menino-vadio-historias-de-um-garoto-autista-e-seu-pai-estranho-9403666.html
http://www.companhiadasletras.com.br/detalhe.php?codigo=88112
http://autismo.institutopensi.org.br/livros-sobre-autismo/


segunda-feira, 5 de junho de 2017

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cronograma Final


CRONOGRAMA
ABRIL
DATA
TEXTOS/ATIVIDADES EM SALA
ATIVIDADES NO DIÁRIO
6
Aula acessibilidade: incursão pelo campos da UDESC com análise das condições de acessibilidade.

ENTREGA DO DIÁRIO
Duplas de estágio e grupo que não faz estágio, elaborar roteiro para observar  instituições (estágio) e UDESC (não estagio)
13

Quinta feira santa na educação laica

Comer chocolates, descansar, estar perto das pessoas queridas.

20
CAMPOS DE ESTAGIO. Não haverá aula em sala, colher dados a atividade com roteiro de acessibilidade.
Anotações
27

Apresentação dos dados coletados sobre acessibilidade;
Apresentação das reportagens estudadas em sala.
Anotações sobre as reflexões efetuadas em sala de aula.
MAIO
4

KERN, Caroline. Um processo considerado bem-sucedido de inclusão escolar e o diagnóstico de Síndrome do Autismo: Uma história com muitas vidas.2005.180f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, 2005.
(texto enviado por email)
Texto reflexivo sobre a história de vida e os processos históricos vinculados às pessoas com deficiência.
11
Especifidades  diagnósticas em educação especial.
Sem texto específico
Registro das aulas
18
MACHADO, Rosangela. Salas de Recursos Multifuncionais. Inclusão: R. Educ. esp., Brasília, v.5, n.1, p. 58-63, jan/jul. 201
(Arquivo  digital ultimo texto da Revista encaminhada)
MANTOAN, O direito à diferença, na igualdade de direitos.
Análise critica do AEE em relação aos estudos da educação inclusiva.
25
FANTACINI, Renata Andrea Fernandes et all. Ensino colaborativo: redefinindo as práticas pedagógicas na construção da escola inclusiva. Revista CAMINE: Caminhos da Educação, Franca, v. 5, n. 2, 2013. ISSN 2175-4217

Entrega do diário
Atividade em grupo

JUNHO
1
Atividade colaborativa
Registro
8
SARAU- trazer poesias, sinopses de filmes, textos, livros de literatura, vídeos... que tenham conexão com a disciplina
Anotações sobre a aula
15

Apresentação de dois TCC´s defendidos na FAED/UDESC com temáticas relativas à inclusão escolar.

Texto reflexivo

22
Escolher um dos textos indicados e trazer a reflexão/informação proposta pelo/a autor/a.
Texto 1: Entrevista com José  Ferreira Belizário Filho;
Texto 2:Atendimento Educacional Especializado de Alunos Cegos e com Baixa Visão;
Texto 3: O Atendimento educacional especializado para o aluno com deficiência Mental;
Texto4:Educação Escolar  de pessoas com surdez- atendimento educacional especializado em construção;
Texto 5: Atendimento Educacional especializado para deficiência física.

In: INCLUSÃO. Revista da Educação Especial v.5 n. 1 Janeiro/Julho 2010 ISSN1808-8899
ULTIMA Entrega do diário
Resumo do texto escolhido
29
(3 aulas)
Avaliação final



domingo, 16 de abril de 2017

Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil - NECESSIDADES ESPECIAIS


Dois tópicos do Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil são destinados ao trabalho com necessidades especiais (*já vimos aqui que não usamos esta denominação, porém o documento por ser anterior a 2015 ainda a usa).

Os tópicos são:

EDUCAR CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS


ACOLHIMENTO DE FAMÍLIAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

O primeiro traz a necessidade especial como CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS, já o segundo tópico transporta-se a estrutura familiar corrompida tendo assim outra forma de segregação, porém ambas correlacionadas por trabalharem com diferenças e inclusão.





segunda-feira, 10 de abril de 2017

Análise de Reportagens


Em uma aula recebemos duas reportagens sobre SEXUALIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, trago aqui outras reportagens disponíveis na internet sobre o tema para pensarmos e analisarmos criticamente:

Preso a cama de hospital, homem luta para que sexualidade de deficientes deixe de ser tabu

Norberto Butler, vítima de pólio, quer que tema seja reconhecido na Argentina, país que debate regularizar o cargo de acompanhante sexual.


Publicado em 10/12/2014


Sexualidade das pessoas portadoras de deficiência mental

sexualidade-portadores-deficiencia-mentalDois temas que sempre despertam sentimentos fortes e variados são; deficientes mentais e sexualidade. Juntar os dois, sexualidade dos deficientes mentais causa mais espanto ainda. As dúvidas que acometem a sociedade em geral, e em particular as pessoas que lidam ou pretendem lidar com a Deficiência Mental, é saber se o deficiente mental tem ou não sexualidade e, em caso afirmativo, se sua sexualidade é sentida de maneira idêntica aos não deficientes. Leia mais...


Associação fornece atendimento sexual a deficientes; entenda



Capacitados para o sexo

Na Espanha, voluntários eróticos dão apoio a portadores de deficiência que não querem serem tratados como assexuados

Eles complementam outras alternativas, como associações que dão formação para que prostitutas lhes prestem assistência



Pessoas com deficiência vencem preconceito para amar

Evento sobre sexualidade debate o tema em Porto Alegre


Ana Magaly: ‘Adultos com incapacidade têm superproteção familiar’

Professora da Universidade Nacional da Costa Rica veio ao Rio para lançamento da campanha de inclusão



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/ana-magaly-adultos-com-incapacidade-tem-superprotecao-familiar-21138425#ixzz4dr0jDw00 
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Ensaio discute sexualidade de pessoas com deficiência


França debate o acompanhamento sexual a pessoas com deficiência