sexta-feira, 28 de abril de 2017

Cronograma Final


CRONOGRAMA
ABRIL
DATA
TEXTOS/ATIVIDADES EM SALA
ATIVIDADES NO DIÁRIO
6
Aula acessibilidade: incursão pelo campos da UDESC com análise das condições de acessibilidade.

ENTREGA DO DIÁRIO
Duplas de estágio e grupo que não faz estágio, elaborar roteiro para observar  instituições (estágio) e UDESC (não estagio)
13

Quinta feira santa na educação laica

Comer chocolates, descansar, estar perto das pessoas queridas.

20
CAMPOS DE ESTAGIO. Não haverá aula em sala, colher dados a atividade com roteiro de acessibilidade.
Anotações
27

Apresentação dos dados coletados sobre acessibilidade;
Apresentação das reportagens estudadas em sala.
Anotações sobre as reflexões efetuadas em sala de aula.
MAIO
4

KERN, Caroline. Um processo considerado bem-sucedido de inclusão escolar e o diagnóstico de Síndrome do Autismo: Uma história com muitas vidas.2005.180f. Dissertação (Mestrado em Educação). Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, SC, 2005.
(texto enviado por email)
Texto reflexivo sobre a história de vida e os processos históricos vinculados às pessoas com deficiência.
11
Especifidades  diagnósticas em educação especial.
Sem texto específico
Registro das aulas
18
MACHADO, Rosangela. Salas de Recursos Multifuncionais. Inclusão: R. Educ. esp., Brasília, v.5, n.1, p. 58-63, jan/jul. 201
(Arquivo  digital ultimo texto da Revista encaminhada)
MANTOAN, O direito à diferença, na igualdade de direitos.
Análise critica do AEE em relação aos estudos da educação inclusiva.
25
FANTACINI, Renata Andrea Fernandes et all. Ensino colaborativo: redefinindo as práticas pedagógicas na construção da escola inclusiva. Revista CAMINE: Caminhos da Educação, Franca, v. 5, n. 2, 2013. ISSN 2175-4217

Entrega do diário
Atividade em grupo

JUNHO
1
Atividade colaborativa
Registro
8
SARAU- trazer poesias, sinopses de filmes, textos, livros de literatura, vídeos... que tenham conexão com a disciplina
Anotações sobre a aula
15

Apresentação de dois TCC´s defendidos na FAED/UDESC com temáticas relativas à inclusão escolar.

Texto reflexivo

22
Escolher um dos textos indicados e trazer a reflexão/informação proposta pelo/a autor/a.
Texto 1: Entrevista com José  Ferreira Belizário Filho;
Texto 2:Atendimento Educacional Especializado de Alunos Cegos e com Baixa Visão;
Texto 3: O Atendimento educacional especializado para o aluno com deficiência Mental;
Texto4:Educação Escolar  de pessoas com surdez- atendimento educacional especializado em construção;
Texto 5: Atendimento Educacional especializado para deficiência física.

In: INCLUSÃO. Revista da Educação Especial v.5 n. 1 Janeiro/Julho 2010 ISSN1808-8899
ULTIMA Entrega do diário
Resumo do texto escolhido
29
(3 aulas)
Avaliação final



domingo, 16 de abril de 2017

Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil - NECESSIDADES ESPECIAIS


Dois tópicos do Referencial Curricular Nacional de Educação Infantil são destinados ao trabalho com necessidades especiais (*já vimos aqui que não usamos esta denominação, porém o documento por ser anterior a 2015 ainda a usa).

Os tópicos são:

EDUCAR CRIANÇAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS


ACOLHIMENTO DE FAMÍLIAS COM NECESSIDADES ESPECIAIS

O primeiro traz a necessidade especial como CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIAS, já o segundo tópico transporta-se a estrutura familiar corrompida tendo assim outra forma de segregação, porém ambas correlacionadas por trabalharem com diferenças e inclusão.





segunda-feira, 10 de abril de 2017

Análise de Reportagens


Em uma aula recebemos duas reportagens sobre SEXUALIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA, trago aqui outras reportagens disponíveis na internet sobre o tema para pensarmos e analisarmos criticamente:

Preso a cama de hospital, homem luta para que sexualidade de deficientes deixe de ser tabu

Norberto Butler, vítima de pólio, quer que tema seja reconhecido na Argentina, país que debate regularizar o cargo de acompanhante sexual.


Publicado em 10/12/2014


Sexualidade das pessoas portadoras de deficiência mental

sexualidade-portadores-deficiencia-mentalDois temas que sempre despertam sentimentos fortes e variados são; deficientes mentais e sexualidade. Juntar os dois, sexualidade dos deficientes mentais causa mais espanto ainda. As dúvidas que acometem a sociedade em geral, e em particular as pessoas que lidam ou pretendem lidar com a Deficiência Mental, é saber se o deficiente mental tem ou não sexualidade e, em caso afirmativo, se sua sexualidade é sentida de maneira idêntica aos não deficientes. Leia mais...


Associação fornece atendimento sexual a deficientes; entenda



Capacitados para o sexo

Na Espanha, voluntários eróticos dão apoio a portadores de deficiência que não querem serem tratados como assexuados

Eles complementam outras alternativas, como associações que dão formação para que prostitutas lhes prestem assistência



Pessoas com deficiência vencem preconceito para amar

Evento sobre sexualidade debate o tema em Porto Alegre


Ana Magaly: ‘Adultos com incapacidade têm superproteção familiar’

Professora da Universidade Nacional da Costa Rica veio ao Rio para lançamento da campanha de inclusão



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/conte-algo-que-nao-sei/ana-magaly-adultos-com-incapacidade-tem-superprotecao-familiar-21138425#ixzz4dr0jDw00 
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Ensaio discute sexualidade de pessoas com deficiência


França debate o acompanhamento sexual a pessoas com deficiência




2 Programas para converter textos em áudio MP3


Sabe aquele texto gigante que você precisa estudar, mas não quer perder tempo lendo a bagaça? Ou ainda gostaria de ouvir algum conteúdo bacana que pegou na internet enquanto faz ginástica ou prepara o almoço da família?
Então, é possível converter textos em áudio, no formato MP3, WAV ou outros formatos, para ouvir quando e onde quiser, seja no computador, celular ou outro dispositivo qualquer que suporte tais formatos de áudio.
Programas que convertem texto em áudio são bem indicados para pessoas com deficiência visual, mas qualquer outro tipo de público pode se beneficiar, por exemplo, alunos que precisam estudar textos longos, profissionais que passam muito tempo no trânsito ou pessoas que são viciadas em consumir muita informação.
Uma característica legal desses programas é a possibilidade de digitar textos em outros idiomas para ouvir a pronúncia correta, nesse caso você vai precisar ter uma voz do idioma desejado instalado no computador.
Abaixo listo os dois programas que eu uso para essa tarefa de converter textos em áudio MP3, citando seus pontos positivos e negativos. Faça o teste e veja qual você acha o melhor.

1. Dspeech

Logotipo do Dspeech
Dspeech é um programa bem simples, leve e gratuito. Sua interface é bem feinha, mas intuitiva. Há uma caixa de diálogo bem grande onde devemos digitar ou colar o texto que desejamos converter em áudio. Também é possível abrir textos nos formatos: docx, txt, html, pdf.
Na parte inferior da janela há vários botões de controle da fala, como Reproduzir, Pausar e etc. E no lado direito você pode escolher a voz, qualidade do áudio, volume, velocidade e afins.
O programa está em inglês, mas você pode baixar a tradução para o Português do Brasil aqui.
Desenvolvedor: D-Software | Versão: 1.62 Gratuito

2. TextAloud

Logotipo do TextAloud
O TextAloud não é tão intuitivo quanto o Dspeech. Você vai precisar fuçar um pouco nos menus e nas barras de ferramentas para achar as coisas e saber o que cada botão faz. Sei que sou meio burrinho, mas tive que assistir um tutorial no canal no Youtube do desenvolvedor para aprender como salvar o texto em MP3.
Por outro lado, você tem muito mais opções de configurações a sua disposição para no final ter um arquivo de áudio com uma qualidade de som e de leitura mais aprimorados.
E ter a disposição tantas coisas custa caro, já que o TextAloud não é gratuito, mas você pode instalar o programa e testar por 20 dias. Dá para converter uma pá de texto em 20 dias, né não?
Assim como o Dspeech, o TextAloud suporta os principais formatos de texto: doc, txt, html e pdf.
Desenvolvedor: NextUp | Versão: 3.0.83 Trail ( você pode testá-lo por 20 dias sem custo)

http://www.oampliadordeideias.com.br/ideia.php?id=58#conteudo

Dicas para deixar sua apresentação de slides mais acessível


Você acabou de chegar no auditório, todo pimpão. Vai fazer aquela palestra que se preparou por tanto tempo. Verifica o data show, o notebook e o megalomaníaco pré-disposto à se corromper arquivo do PowerPoint que está no pendrive. Tudo nos trinques. O povo começa a chegar, vão se assentando, você começa a pagar um pau pra'quela mina ali do canto, afinal ela sorriu pra você. Agora o seu ânimo está maior ainda. De repente chega uma galera com deficiência visual. Seu coração começa a bater mais forte. Seu ânimo e seu suor estão disputando quem chega mais rápido no chão. Eles perderam para os seus joelhos que tocaram o chão na hora que você começou a rezar para o Mister Magoo te tirar dessa.
Calma cocada, nem tudo está perdido! Você pode sofrer um bocado nessa apresentação por não ter se preparado para um público com deficiência visual, mas nas próximas, com as dicas do titio Ric, você vai se dar bem. Vem comigo!
Neste artigo irei mostrar algumas dicas que podem tornar a sua apresentação de slides no PowerPoint mais acessível para um público de pessoas com deficiência visual.

Dicas gerais

As dicas que se seguem logo abaixo não são exatamente para melhorar a acessibilidade de sua apresentação e sim para melhorar aspectos gerais. Dessa forma você consegue enxugar seus slides tornando-os mais objetivos, o que indiretamente melhora a acessibilidade.
  • Use pouco texto: Isso é o erro mais comum, deixar o slide com uma pá de texto. Ninguém vai ler essa budega meu pequeno pelicano. Deixe apenas pequenos tópicos ou palavras-chave que irão te ajudar e organizar a sua fala, servindo como um lembrete.
  • Imagem mostra dois monitores; o da esquerda com um slide com muitos textos e o da direita com alguns tópicos
  • Não leia o que está escrito: Se for ler o que está escrito, imprima sua apresentação e distribua para o povo que está na plateia. Além de colocar uma pá de texto na tela, você ainda vai ficar lendo esse bagulho? Ah, dá licença!
  • Imagem mostra a silhueta de um homem com microfone; ele está lendo o texto que aparece no slide; no slide está escrito o mais importante é o que importa
  • Todo slide deve ter um título: As pessoas saem (fisicamente e mentalmente) da sua apresentação. Talvez porque você seja apenas um leitor de slides. Enfim, quando elas voltarem, ter um título no slide vai ajudá-las a se reposicionar na apresentação. Não deixe essa situação te abater. Depois de um tempo sentado, assistindo uma palestra ou lendo esse texto, a gente começa a pensar nuns barato nada haver. Me veio na mente agora: quanto será que tá custando um pacote de sete dias em Fortaleza?
  • Imagem mostra dois monitores; o da esquerda com um slide sem título e o da direita com título
  • Apenas uma ideia por slide: Falar no mesmo slide sobre política, invasão alienígena e doce de abóbora pode confundir seu expectador. Eu sei que os aliens inventaram o doce de abóbora e que alguns políticos sabem disso e que...calma aí que tem um cara do FBI aqui!
  • Imagem mostra um monitor com um slide; no slide aparece um político de braços abertos, dando uma entrevista e pensando em abóboras; no canto inferior aparecem duas cabeças de alienígenas
  • Regra dos 6: 
    Se possível utilize apenas seis linhas.
    Cada linha com seis palavras, mano!
    Assim seu slide fica mais objetivo.
    Fazendo seu expectador prestar mais atenção.
    Viu, não é tão difícil assim!
    Apenas três dias escrevendo este trecho.

Dicas de acessibilidade

Agora que seus slides estão mais adequados, podemos partir para melhorar a acessibilidade, ou seja, vamos tentar fazer nosso público de pessoas com deficiência visual (baixa visão ou cego) aproveitar melhor seu conteúdo.
  • Cores contrastantes: Nada mais infalível do que o clássico fundo branco com letras pretas ou vice-versa. Isso ajuda muito pessoas com baixa visão. Eu sei, você quer usar fundo rosa com letra verde, não é mesmo? Então é o caso de testar a combinação que deseja e ver se ela tem um bom contraste. Visite o site Contrast Ratiopreencha o campo background (cor de fundo) e o campo text color (cor do texto) e o site lhe dirá se esta combinação é contrastante ou não. Detalhe: você precisa digitar o nome das cores em inglês ou os códigos que só os caras que manjam de design sabem o que significam.
  • Imagem mostra dois monitores com slide; o da esquerda com fundo branco e fonte preta e o da direita com fundo preto e fonte branca
  • Fontes: Não utilize fontes com serifa. Calma, eu explico: serifas são aqueles adornos, ou melhor, aquelas frescurinhas nas pontas das letras. Dê preferência a fontes sem serifa, por exemplo, Arial, Arial Black, Verdana e Trebuchet MS.
  • Imagem mostra dois monitores com slide; o da esquerda mostra um texto escrito com uma fonte com serifa e o da direita com uma fonte sem serifa
  • Ainda sobre fontes: Não utilize mais do que dois tipos de fonte (uma para o título e outra para o texto). Nenhum texto pode ter o tamanho menor do que 24 pontos. Aumente o tamanho da fonte sempre que possível. Abuse do negrito e nada de itálico.
  • Imagens e vídeos: Por favor, não coloque imagens na vertical. Isso faz o osso femoral alojado no meu umbigo criar várias fissuras. Fotos e vídeos são na horizontal e ocupando o máximo de espaço possível no slide. Evite colocar várias fotos no mesmo slide. Eu mal enxergo uma foto, quanto mais essa colagem dos infernos que você tá fazendo aí no seu slide. Uma foto por slide tá bom!
  • Imagem mostra dois monitores; o da esquerda com uma foto tirada na posição vertical, onde aparece uma ilha com alguns coqueiros; o slide da direita mostra a mesma foto tirada na horizontal, agora aparece uma mulher de biquíni no canto esquerdo da imagem
  • Descrição de imagens: Sempre que tiver imagens você precisará descrevê-las para que as pessoas com deficiência visual tenham uma ideia do que se trata a parada. Uma boa técnica para descrever algo é tentar responder pelo menos três das seguintes perguntas: O que ou quem? Como? Quando? Onde?
  • Imagem mostra uma bola de futebol em um gramado; à direita está escrito as perguntas citadas no texto acima
  • Exemplo de uma descrição de imagem: "...A foto mostra o professor Ricardo, em seu quarto bagunçado, sentado em uma cadeira de frente para o computador. Veste camiseta regata vermelha com desenho da barbie e bermuda preta desbotada da adidas da década de 90 com vários furos e alguns remendos..."
  • Ainda sobre imagens: No PowerPoint você pode gravar um áudio a parte com sua descrição e inclui-lo no slide para que ele seja reproduzido automaticamente – na transição de slides - ou quando você clicar na imagem.
  • Som entre os slides: Quem enxerga, percebe quando você muda de slide. E quem é cego? Talvez fosse o caso de colocar um pequeno som – estilo notificação de celular – para que se saiba quando você trocou de slide. No Youtube tem um monte desses sonzinhos, é só baixar em mp3 e usar. Aff, cê não sabe fazer isso? É só dar uma lida nesse tutorial que tú vai conseguir: Como baixar vídeos do Youtube no formato MP3.
  • Imagem mostra a transição de slides entre a foto da mulher de biquíni e a bola de futebol; no canto inferior direito há um ícone de som
  • Use um tablet: Uma boa sacada é deixar circular entre as pessoas com deficiência visual um (ou mais) tablets com a sua apresentação. Assim quando surgir uma dúvida, eles poderão consultar o equipamento. Lembrando que a maioria dos tablets de hoje em dia tem muitos recursos de acessibilidade, tais como leitor e ampliador de tela. Só não me apareça com aquele tablet xing ling de R$ 200,00.
  • Imagem mostra em segundo plano o slide da bola de futebol; em primeiro plano aparece uma mão segurando o tablet com a mesma imagem do slide

Dicas atitudinais (bônus)

Se você é um rebelde sem causa e/ou não vai ter tempo de seguir e preparar essas dicas, tente soluções baseadas em suas ações e atitudes para minimizar a falta de acessibilidade na hora do vamovê. O vamovê que eu falo não é isso que você pensou!
  • Na primeira fileira: Se possível, deixe as pessoas com deficiência visual na primeira fileira. Isso ajudará muito pessoas com baixa visão.
  • Voluntários: Peça para alguém da sua equipe ou da plateia para descrever as imagens e os vídeos para o caso de você não ter se preparado para isso. Deixe assentos vazios na primeira fileira para conseguir intercalar um DV e um voluntário.
  • Fale fora do microfone: Algumas pessoas com deficiência visual, principalmente as cegas, tendem a se posicionar na direção das caixas de som, portanto, ao se apresentar fale um pouco fora do microfone para que estas saibam onde você está posicionado.

Conclusão

Eu estou saindo com aquela mina que você estava pagando um pau no começo do artigo. Ela disse que eu sou bem mais acessível!

PUBLICADO EM http://www.oampliadordeideias.com.br/ideia.php?id=89#.WOuHsdIrK00

Jovem deficiente cria aplicativo para avaliar a acessibilidade dos lugares



Usuários podem verificar critérios que vão desde presença de rampas até a qualidade dos banheiros adaptados

Por Fabiano Candido com Gabriel Lellis - 27/02/2015

João Santiago é um típico jovem de 23 anos de Fortaleza (CE). Estuda numa faculdade, gosta de tecnologia, usa as redes sociais para se comunicar e, de vez em quando, sai com os amigos para conversar. Certa vez ele foi convidado para ir a um bar, mas recusou o convite porque não sabia o quanto o local era acessível.

Santiago tem paralisia cerebral e dificuldades de mobilidade. E sempre quando se prepara para se divertir, tem que se preocupar se o estabelecimento é preparado para atendê-lo. Como muitas pessoas sofrem com o mesmo problema, ele resolveu agir e desenvolveu um aplicativo para classificar a acessibilidade dos lugares. A ideia é ajudar as pessoas com deficiência a ter uma vida social.

O aplicativo se chama “Dá Pra Ir” e começou a ser desenvolvido em novembro de 2014. “Vi que muitas pessoas deficientes tinham a mesma frustração que a minha. Em dezembro eu terminei a primeira versão e decidir levar para a Campus Party”, conta Santiago.
O aplicativo funciona de forma colaborativa. O usuário, por meio do celular, faz check-in no local onde visita e coloca informações de quão acessível são as instalações. É possível também fazer avaliações em critérios como presença de banheiros acessíveis, regularidade do terreno, existência de rampas e piso tátil.

A popularização do aplicativo

Ao chegar na Campus Party, Santiago conheceu a empreendedora Juliana Glasser, 31 anos -- CEO de uma empresa de software chamada Carambola. Ela estava no evento para ser mentora de negócios em uma maratona promovida pelo Sebrae. “Fiquei encantada com o aplicativo e fiz uma parceria com o Santiago para ajudar a levar o Dá Pra Ir para as lojas de apps. Nossa relação deu tão certo que hoje ele trabalha como programador na Carambola”, afirma Glasser.

O Dá Pra Ir está disponível gratuitamente para Android. A expectativa é de que as versões para iOS e Windows Phone sejam lançadas em dois meses. Mais de 700 downloads foram realizados até o momento.

Santiago e Glasser também estão desenvolvendo um plano de negócios. Eles pretendem buscar empresas interessadas em patrocinar a ideia, e assim conseguirem a monetização necessária para expandir cada vez mais as funções do aplicativo.

O objetivo do programador é ampliar a proposta para outras deficiências, como a visual, e levar o app também para outros países. “Quero continuar programando, empreendendo e trazendo novas ideias para ajudar pessoas deficientes. Para mim, o Da Pra Ir é um sonho de empreender ajudando a sociedade”, afirma.

PUBLICADO EM http://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/Negocios-sociais/noticia/2015/02/jovem-deficiente-cria-aplicativo-para-avaliar-acessibilidade-dos-lugares.html